Josie Romero e sua irmãzinha mais nova

Josie Romero é uma menina de oito anos. Josie já foi Joey, um menino ele é natural dos Estados Unidos. A mãe de Josie, Venessia, diz que, desde que a filha começou a falar, sempre afirmava: Eu sou uma menina. Os pais a corrigiam: Não, você é um menino. Josie, à época Joey, insistia em tentar transformar seus brinquedos de garotos em brinquedos de menina. A mãe afirma que a brincadeira preferida da filha era enrolar seus cachecóis na cintura e fingir que eram saias.

Venessa afirma que, no início, achava que tinha um filho homossexual. Porém, depois se deu conta que era uma criança transexual. Ela conta que começou a comprar roupas de menino e de menina e deixar o guarda-roupa dividido com as duas opções. Josie sempre optava pelas vestimentas femininas.


Josie recebe atendimento médico e psicológico. Ela tomará medicamentos para evitar a puberdade masculina. Quando completar 12 anos, deve ingerir hormônios femininos. A mãe diz que Josie já sabe que terá de passar por uma cirurgia de mudança de sexo quando for adulta. No Arizona, onde vivem, Josie participa de grupos de apoio para famílias de transexuais, incluindo crianças.

No ano passado, todos os documentos de Josie foram alterados. Ela é considerada, legalmente, uma pessoa do sexo feminino.

Ela conta sua história. Venessa diz que a filha é muito feliz por poder compartilhar a sua experiência, para ajudar outros pais e filhos que passam pela mesma situação.

Um padre de Florença, centro da Itália, celebrou o matrimônio de Sandra Alvino, 64 anos, um homem que se tornou mulher há mais de 30 anos, com Fortunato Talotta, 58 anos, sem levar em consideração as autoridades católicas. Ambos, já casados no civil há 25 anos, não pronunciaram o clásico sim aceito, após o discurso tradicional. O casal trocou as alianças e foi abençoado pelo padre Alessandro Santorio em Piagge, na zona industrial da capital da Toscana.

Há dois anos o casamento religioso foi impedido pelo arcebispo de Florença da época, o cardeal Ennio Antonelli. O atual arcebispo, Giuseppe Betori, teria pedido ao padre Santorno que não celebrasse o matrimônio. A Igreja afirma que o casamento não é válido, já que o direito canônico exige a heterossexualidade dos noivos. Sandra Alvino se submeteu a uma cirurgia para mudar de sexo há mais de três décadas. O padre que casou os dois foi afastado da igreja.


O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou nesta segunda-feira que não existe homossexualidade no Irã em um evento na Universidade Columbia. "Nós não temos isto em nosso país", afirmou o presidente ao ser indagado sobre os direitos dos homossexuais no Irã. Ele ainda completou: "No Irã, nós não temos homossexuais como no seu país."

Fotos de dois homens naturais do Irã

Em agosto, as atenções da mídia se voltaram para o caso da lésbica iraniana Pegah Emambakhsh, 40, que corria o risco de ser deportada pelo Reino Unido e temia ser apedrejada ao voltar para seu país. Ela se refugiou no Reino Unido em 2005 após sua parceira ser detida, torturada e apedrejada no Irã.

lésbica iraniana Pegah Emambakhsh

"Eu não espero que todas as pessoas do mundo concordem com minhas opiniões. As pessoas tem visões diferentes, mas pensamos que homossexualidade é contra a natureza. Penso que se a homossexualidade se expandir a humanidade vai deixar de existir. É o caminho errado, é perverso. Todas as profecias divinas condenam esse caminho. Isso vai causar uma série de doenças físicas e sociais".O jornalista questiona, então, se a visão de Ahmadinejad será entendida no Brasil, país que tem a maior Parada Gay do Mundo. "Eu penso que as pessoas as quais o senhor está se referindo são, em todas as partes do mundo, uma minoria. Uma minoria absoluta, no Brasil especialmente. O Brasil tem 180 milhões de habitantes, pessoas que acreditam profundamente em justiça, em pureza, também acreditam em Deus fortemente", concluiu.


Presidente Irãniano

Rodrigo, muita gente ainda não viu esse grande profissional desmontado por trás da Labelle Beuty.


Bajubar: baseada nas línguas africanas empregadas pelo candomblé, é a linguagem ou gírias empregadas pelo mundo gay.
Fiz uma lista dos principais, você que não sabia vai aprender agora:

A
Abalar: Fazer algo bem feito;
Abusada: Bixa que não fala com ninguém;
Alibã: Polícia;
Agéum: Algo para matar a fome;
Aqué: Dinheiro;
Aquenda: Chamar para prestar atenção;
Armário: Pessoa não assumido;
Assumido: Pessoa que não esconde sua homossexualidade;
Ativo: Pessoa que penetra sexualmente a outra;
Azuelar: Roubar;

B
Babado: Acontecimento qualquer que pode ser bom ou ruim;
Bandeira: Dar pinta, se deixar perceber;
Barroca: Mulher velha;
Batalhar: Se prostituir;
Bater bolo: Masturbação;
Bem: Termo para designar algo bom;
Bofe: Heterossexual ou homossexual ativo;
Bofe escândalo: Homem muito bonito e gostoso;
Bombar: Tomar alguma substância para mudança de corpo;

C
Caçar: Ir atrás de alguém para fazer sexo;
Carão: Pessoa bonita;
Caricata: Drag queen engraçada, que não se importa com o modelo e sim com a piada;
Cheque: Restos de fezes que borram a cueca ou o orgão sexual do parceiro;
Chuca: Lavagem anal, limpeza do anûs para não passar o cheque;
Chuchu: Barba mal feita;
Colocação: Ficar bêbado ou drogado;
Colocar-se: Ficar alterado por meio da bebida ou drogas;

D
Dar a elza: Roubar;
Dar close: Dar pinta, dar uma olhada;
Dar o truque: enganar;
Dragão: Pessoa muito feia;

E

Edi: Bumbum, anûs;
Elzeiro: Ladrão;
Encubado: Homossexual que ainda não assumiu sua sexualidade para si mesmo;
Entendido: Homossexual que se assume;
Eq: Mentira, coisa falsa;
Equezeiro: Praticante do eq;
Erê: Criança, jovem;

F
Fazer a chuca: Limpeza intestinal;
Fechar: Dar pinta, abalar;
Fervo: Diversão;
Filha: Peruca;
Frustado: Pessoa com atitudes de heterossexual, mas que todos acham que seja gay;

G
Gravar: Fazer sexo oral;

I
Ilê: Casa

M
Mala: Volume do orgão sexual masculino;
Make: Maquiagem;
Mapô: Mulher;
Matim: Algo pequeno ou ruim;
Michê: Garoto de programa;
Montação: Se vestir de roupas femininas, ás vezes com exagero;
Montado: Gay vestido de mulher;
Muco: Cabelo;

N
Neca: Orgão sexual masculino;
Nena: Fezes;
Nenar: Defecar;

O
Ocó: Homem;
Odara: Grange, bonito, atraente;
Otim: Bebida alcóolica;

P
Passada: Arrasada, chocada com determinada situação;
Passar cheque: Melar de fezes o orgão do parceiro;
Passivo: Homossexual que apenas pratica a passividade no ato sexual;
Pencas: Muito, demais;
Penosa: Gay que sempre que se pendura em alguém, que não trabalha;
Picumã: Cabelo;
Piscar: Excitar-se;
Podre: Coisa ruim;

Q
Quebrar-louça: E quando duas bichas afeminadas namoram ou ficam;

R
Retetê: Fazer intriga;

T
Tia: Aids;
Tô bege: Tô boba;
Tombar: Avacalhar, debochar, ridicularizar alguém, deixando a pessoa sem graça;
Traira: Traidor;
Truque: Enganar, enrolar;

U
Uó: Algo ou alguém ruim;


A história não é nada convencional: um pai abandona sua família para tornar-se travesti. Anos mais tarde, na tentativa de reconciliar-se com eles, acaba apaixonando-se pela namorada do filho. O caso foi mostrado em um programa mexicano, desses no qual convidados lavam a roupa suja em frente a um auditório lotado. E isso inspirou a história do filme “Elvis e Madona“, do diretor Marcelo Laffitte.

Veja o trailer:



A produção foi filmada em 2008 e está em fase de tratamento de imagem e deve estrear somente em novembro de 2010, no Festival de Brasília. O filme, por sua vez, traz uma boa notícia ao público LGBT: preocupado em diminuir o impacto do argumento, Laffitte preferiu deixar os protagonistas longe de ambientes marginalizados, como geralmente são retratados os homossexuais no cinema nacional. Madona é uma cabeleireira que trabalha duro para realizar o sonho de produzir um espetáculo musical com drag queens. Elvis é uma entregadora de pizza, que na verdade almeja em ser fotógrafa. É uma história de amor muito delicada, com toques de comédia. Agora é só esperar para ver.



O SBT rompe tabu e preconceito ao convidar transexual para participar da novela “Vende-se Um Véu de Noiva”, de Iris Abravanel. Os telespectadores, que estão acostumados com atores interpretando papéis de travesti, vão ficar surpresos com a atuação de Fabianna Brazil. As cenas vão ao ar na sexta-feira, 27.
“A emissora está quebrando barreiras ao exibir uma ‘trans-atriz’ atuando em novela. A imagem do transexual está associada ao universo da prostituição... Mas existem ‘trans’ que atuam em diversas profissões”, conta a “trans-atriz”, que, a princípio, gravou quatro capítulos.
Na trama, Fabianna dá vida a Andressa Carla, uma travesti contratada por Eunice Baronese (Elaine Cristina) para escandalizar Homero Reis (Marcos Winter). “Ela é uma profissional que obedece as ordens de Eunice para ferir a moral de Homero no CIP”, adianta. Formada em artes cênicas pela Unirio, Fabianna Brazil acumula trabalhos em sua carreira. Na peça “Os Assumidos”, de Jayro Said, interpretou uma mulher preconceituosa. Já no longa-metragem de Marcelo Lafitte, “Elvis e Madona”, viveu Xana, uma “trans-atriz”.


A 6ª edição da revista Tina, da editora Panini, apresenta o primeiro personagem aparentemente gay das histórias de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica. Caio, que é apresentado como melhor amigo de Tina na história de capa, assume ter um compromisso com outro rapaz, o que causa estranhamento para os outros personagens. No entanto, ele não tem trejeitos típicos de homossexuais.
A assessoria de Maurício de Sousa considera que é a primeira vez que o assunto é abordado nas histórias, cumprindo promessa do autor de discutir questões ligadas ao universo adolescente, de forma tranquila e sem levantar bandeiras. No entanto, para brindar a inclusão dele na história, há nela também um discurso de Tina contra preconceito em geral. O assessor afirma que a história não pretendeu ser categórica no lançamento de um personagem gay. Há até a possibilidade de que ele seja bissexual, no entanto. Ele também assegura que a história e o personagem terá a devida continuidade e encaminhamento.






"Com peruca ou sem peruca, sou a Miss Brasil e ninguém me tira isso", disse Ava a um site após perder sua peruca e a coroa no meio da pancadaria. A miss deixou o local do concurso escoltada por seguranças e seguiu em direção ao hotel. O carisma de Ava conquistou o público que lotou a plateia da 33ª edição do Miss Brasil Gay. Com a maior torcida organizada, formada por amigos e seguidores da transformista, o nome de Ava Simões foi comentado pelos quatro cantos do evento. Para manter sua popularidade, a candidata investiu alto no marketing. Vários panfletos com sua foto foram distribuídos para os convidados, além de bombons que foram entregues durante o desfile do traje típico. A morena representou o estado do Espírito Santo com uma fantasia inspirada nos chocolates da região.


Longe das perucas, maquiagens e vestidos chiquérrimos, Ava cede espaço para Charles, um jovem formado em odontologia, que trabalha como cirurgião-dentista: “Sem a Ava, sou um cirurgião-dentista, apaixonado pelo meu trabalho. Amo a minha profissão, a minha carreira e é esse amor que me garante o sustento e faz a Ava ser o que ela é”, revelou Charles.